Leônidas Herndl comenta: Cade sugere venda de ativos

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou que os grupos de educação Anhanguera e Kroton se desfaçam de um dos seus ativos de ensino a distância. A autarquia analisa a fusão das duas companhias, anunciada no ano passado. O fato é comentado pelo gestor Leônidas Herndl.

Anhanguera e Kroton informaram ontem que estão negociando com o Cade alternativas para as recomendações de venda de instituições de ensino a distância para outro grupos e problemas de concorrência em cursos presenciais.

Na Anhanguera, o ensino a distância é feito pela Uniderp, adquirida por R$ 248 milhões em 2007. A Kroton tem dois importantes ativos nessa área: Unopar e Uniasselvi, compradas por R$ 1,8 bilhão. Segundo fontes do setor, as companhias estão relutantes em se desfazer de tais ativos tendo em vista o crescimento desse setor. É o que afirma o gestor Leônidas Herndl.

Segundo o Cade, os dois grupos têm 40% do mercado de ensino a distância. A preocupação ocorre principalmente nos cursos de administração, ciências contábeis, serviço social, gestão de RH e gestão hospitalar. Na área presencial, a sobreposição alcança 2,7% do total de alunos das duas empresas.

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